
Isolado, intimidado e desconsiderado pela sociedade, o fracassado comediante Arthur Fleck inicia seu caminho como uma mente criminosa após assassinar três homens em pleno metrô. Sua ação inicia um movimento popular contra a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne é seu maior representante.
O personagem, dependente de remédios para controlar uma doença neurológica que o faz rir incessantemente em situações de nervosismo (um possível quadro de epilepsia gelástica), recorre ao serviço de saúde pública, onde é atendido por uma assistente social.
Coringa nos proporciona uma nova perspectiva. Além de nos fazer refletir sobre uma sociedade incapaz de lidar com o diferente, resgata outro aprendizado importante: como julgamos a parte sem conhecer o todo. Como é fácil ir contra o Coringa em um filme do Batman, não é mesmo?
Bruce reconhece que o Coringa é imprevisível e uma versão ruim de Gotham, chamando o vilão de um “turbilhão do caos”, referenciando o termo agente do caos. O herói treinou por muitos anos e estudou sobre a perícia criminal, para se tornar no que é atualmente em Gotham e para o mundo.
O Coringa é a representação da sombra da cultura hipócrita, egoísta, consumista, preconceituosa, unilateralizante e literalizante. Além disso, traz consigo características de todo indivíduo tratado como invisível por essa sociedade.

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Nome: O Coringa
Descrição: Porque tão sério?
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